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	<title>Comments on: Democracia participativa III. A próxima transición.</title>
	<link>http://apunta.blogsome.com/2008/03/14/democracia-participativa-iii-a-proxima-transicion/</link>
	<description>O que pergunta, queda por ignorante un minuto, o que non pregunta queda burro para sempre.</description>
	<pubDate>Wed, 09 Jul 2008 03:42:00 +0000</pubDate>
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	<item>
		<title>by: F. Miguez</title>
		<link>http://apunta.blogsome.com/2008/03/14/democracia-participativa-iii-a-proxima-transicion/#comment-1173</link>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 14:31:39 +0000</pubDate>
		<guid>http://apunta.blogsome.com/2008/03/14/democracia-participativa-iii-a-proxima-transicion/#comment-1173</guid>
					<description>Precisamente, o cidadán que non se adica profesionalmente á política, pero quere participar de esta a traves dos movimentos sociais, precisa desas dotes porque en frente vai ter a eses políticos profesionais que, sexamos sinceros, van dous pasos por detrás no que se refire ás verdadeiras necesidades da xente (cando non as omiten deliberadamente).
A cuestión de fondo é que, para que sexa verdadeiramente unha democracia, todos temos que participar, e todos temos que ter os recursos para que a nosa voz chegue a onde teña que chegar. En España, a día de hoxe, iso non acontece (sin valorar o que acontece noutros estados) e esa dispersión política que veño defendendo podería ser un primeiro paso para recuperar a participación duns cidadáns que agora ven a política como algo alonxado e consagrado a personaxes que son entre pontífices e estrelas pop.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Precisamente, o cidadán que non se adica profesionalmente á política, pero quere participar de esta a traves dos movimentos sociais, precisa desas dotes porque en frente vai ter a eses políticos profesionais que, sexamos sinceros, van dous pasos por detrás no que se refire ás verdadeiras necesidades da xente (cando non as omiten deliberadamente).<br />
A cuestión de fondo é que, para que sexa verdadeiramente unha democracia, todos temos que participar, e todos temos que ter os recursos para que a nosa voz chegue a onde teña que chegar. En España, a día de hoxe, iso non acontece (sin valorar o que acontece noutros estados) e esa dispersión política que veño defendendo podería ser un primeiro paso para recuperar a participación duns cidadáns que agora ven a política como algo alonxado e consagrado a personaxes que son entre pontífices e estrelas pop.
</p>
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		<title>by: pepe</title>
		<link>http://apunta.blogsome.com/2008/03/14/democracia-participativa-iii-a-proxima-transicion/#comment-1172</link>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2008 13:43:24 +0000</pubDate>
		<guid>http://apunta.blogsome.com/2008/03/14/democracia-participativa-iii-a-proxima-transicion/#comment-1172</guid>
					<description>Também entendo ser muito pertinente esta série de posts sobre a participaçãp política dos cidadãos e sua representação.

No artigo anterior sobre o bipartidarismo, entendo que existem sistemas que o favorecem (como é o caso inglês) e outros nem tanto, pelo que acho que o método de Hondt ainda garante a representatividade das minorias com alguma expressão.

Há épocas em que o eleitorado favorece a aparição de novos partidos ou reforça os mais pequenos, assim como se divide em dois partidos. As razões para a concentração da maioria do eleitorado em dois grandes partidos variam com o contexto eleitoral, mas geralmente traduz um sentimento de insegurança e reduz a diversidade dos temas eleitorais.

Mas a profissionalização política que esses partidos maiores oferecem vai de encontro ao que neste post se diz sobre a &quot;fortaleza e capacidade de relação&quot;: para quem faz carreira política, mesmo em obscuros lugares do partido, ficam justificadas as horas, dias e noites perdidas em actividades. 

E essa &quot;dedicação&quot; faz a diferença entre os partidos bem estruturados (quer dizer: com organização e objectivos) e os partidos amadores ou movimentos de cidadãos que esgotam muito rapidamente sua capacidade de motivação e mobilização colectiva.
 











</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Também entendo ser muito pertinente esta série de posts sobre a participaçãp política dos cidadãos e sua representação.</p>
	<p>No artigo anterior sobre o bipartidarismo, entendo que existem sistemas que o favorecem (como é o caso inglês) e outros nem tanto, pelo que acho que o método de Hondt ainda garante a representatividade das minorias com alguma expressão.</p>
	<p>Há épocas em que o eleitorado favorece a aparição de novos partidos ou reforça os mais pequenos, assim como se divide em dois partidos. As razões para a concentração da maioria do eleitorado em dois grandes partidos variam com o contexto eleitoral, mas geralmente traduz um sentimento de insegurança e reduz a diversidade dos temas eleitorais.</p>
	<p>Mas a profissionalização política que esses partidos maiores oferecem vai de encontro ao que neste post se diz sobre a &#8220;fortaleza e capacidade de relação&#8221;: para quem faz carreira política, mesmo em obscuros lugares do partido, ficam justificadas as horas, dias e noites perdidas em actividades. </p>
	<p>E essa &#8220;dedicação&#8221; faz a diferença entre os partidos bem estruturados (quer dizer: com organização e objectivos) e os partidos amadores ou movimentos de cidadãos que esgotam muito rapidamente sua capacidade de motivação e mobilização colectiva.
</p>
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